Ilkka keskinem
este cais inóspito tem paredes de uma textura indecifrável... vai absorvendo no seu lodo o efémero respirar, outrora subtil... o cal suga-me pelas mãos. ecos e fantasmas povoam este silêncio estridente, numa onírica vertigem, da qual emerge o abismo da noite. e até a visão já trepida, consumida pela ausência dos dias - que não são mais do que uma imensidão de flúidos que jorram em entrelinhas de negrume...



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